Blog Manancial Jovem - Um Giro de Notícias

sábado, 8 de novembro de 2014

0 Aécio recebeu um livramento de Deus ao perder as eleições, diz Magno Malta











O senador Magno Malta (PR-ES) fez um pronunciamento especial ao senador Aécio Neves (PSDB-MG), derrotado no segundo turno das eleições presidenciais.Aécio voltou esta semana para os trabalhos do Senado e foi recebido com apoio pelos parlamentares da oposição que por conta dos 51 milhões de votos que o tucano recebeu se sentem mais fortes para enfrentar o governo do PT.

Malta é um desses parlamentares, mesmo fazendo parte do Partido Republicano que é da base aliada. Nesse pronunciamento o senador capixaba afirmou que Aécio Neves recebeu um livramento de Deus ao perder as eleições.

“Vossa excelência não perdeu as eleições, senador Aécio, vossa excelência recebeu um livramento da parte de Deus”, disse. “O país está quebrado, nós vamos caminhar para dias terríveis, as medidas que terão de ser tomadas para não permitir que este país vá para um buraco, para o fosso, elas serão amargas”.

Na visão de Magno Malta, se Aécio Neves tivesse ganhando as eleições ele seria culpado pelo PT e seus aliados de ser o causador da crise econômica do país, passando a ser considerado como “o Judas”, o homem que levou o país para o buraco.

“Quem vai ter que pagar essa conta é quem fez striptease moral em praça pública e destruiu a economia desse país”, afirmou o senador capixaba que recebeu aplausos dos outros senadores.

Magno Malta aproveitou o momento para parabenizar a campanha eleitoral de Aécio Neves e pediu para que o tucano comande a oposição para não aceitar as propostas do governo que destroem a família. “Nós precisamos defender a família, porque com a família é tudo e fora da família nada”.noticias prime

por Leiliane Roberta Lopes

0 Escolas são proibidas de ensinar o criacionismo e precisam defender direitos dos gays








Escolas inglesas não poderão mais ensinar sobre o criacionismo e terão de promover desde as primeiras séries “o respeito pelos direitos dos homossexuais”. Caso contrário, poderão ter de fechar suas portas. O movimento liderado pela Secretária de Educação Nicky Morgan fez uma “inspeção” em dezenas de escolas confessionais (cristãs, judias e muçulmanas) e anunciou que se trata de um plano para diminuir o radicalismo religioso na Inglaterra.

A justificativa é que essas escolas não preparam seus alunos “para a vida na Grã-Bretanha moderna”. As instituições que não se adequarem estão sujeitas a multas e a terem suas licenças de funcionamento revogadas.

A chamada “Lei de Igualdade” foi instituída este ano no Reino Unido, exigindo uma maior aceitação de homossexuais e transgêneros, bem como pessoas de outras religiões e raças. Morgan afirmou à imprensa ser “fundamental” que as escolas “promovam ativamente” em seu currículo os valores britânicos, incluindo o respeito mútuo e a tolerância com pessoas de diferentes crenças.

O debate vai mais longe quando se leva em conta que no mês passado a Secretária de Educação entregou uma declaração ao Parlamento Britânico onde condena a propagação de pontos de vista religiosos dentro das escolas.

Ela mencionou um relatório que indicaria como é “radical” o ensino do criacionismo e comparou-o com o extremismo religioso islâmico. Sendo assim, existe uma pressão para que não se mencione nenhuma outra possibilidade além da teoria da evolução nos livros escolares. A partir deste ano a maioria terá um módulo sobre Evolucionismo no nível primário (5-6 anos).

O anúncio do governo que as escolas que “promoverem pontos de vista extremistas” não mais receberão incentivos financeiros gera uma situação bastante delicada. Historicamente, a maioria das escolas da Inglaterra foram fundadas pelas igrejas, que mantém graus diferentes de influência até hoje.

Pela atual legislação inglesa, isso decretaria o fim de muitas das escolas confessionais cristãs, já que a maioria das igrejas do país não teria condições de sustentá-las. As escolas muçulmanas são bem mais recentes e não dependem do governo, por isso teriam mais independência em seus currículos.

Não está claro que as histórias bíblicas como um todo estão proibidas, mas a situação está causando muito debate na sociedade inglesa. Entre as novas diretrizes, há orientações para que “em nome da igualdade” os professores “desafiem” as crenças religiosas dos alunos, além da proibição da comemoração na escola de festas religiosas como Natal e Páscoa.

Embora muitos celebrem as medidas como um avanço, a maioria ainda se mostra contrária a que o governo interfira na maneira como as escolas religiosas ensinem seus alunos. Em 2012, uma pesquisa realizada com profissionais do ensino fundamental e médio do país mostrou que cerca de 30% dos professores de ciências da Grã-Bretanha acreditava que o criacionismo deveria ser ensinado juntamente com a Teoria da Evolução. Com informações de The Guardian e Prophecy News Watch

0 O espaço de manobra da presidente reeleita é restrito. Para que seu novo mandato tenha sucesso, ela precisa, paradoxalmente, esquecer os dogmas de seu partido e suas próprias convicções econômicas e executar o projeto do adversário que derrotou nas urnas










Mateus, o evangelista, registrou em um tom que soa mais como ameaça do que mesmo conforto: “Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra”. Dilma pediu votos e os recebeu e, agora de volta a sua sala no Palácio do Planalto, guardada por três imagens de Nossa Senhora Aparecida, encontrou o que buscou com tanta volúpia na campanha eleitoral: o segundo mandato. Antes mesmo que ele comece, porém, a presidente está sentindo os primeiros efeitos de pedir mal, como alertou outro apóstolo, Paulo. Dilma viu Aécio Neves, o candidato que ela derrotou, ser recebido em triunfo em Brasília, aclamado como líder, enquanto ela se isolou no Palácio, com a melancolia de quem não tem o que comemorar verdadeiramente por, talvez, não ter perguntado a si mesma antes, não “como” ganhar as eleições, mas “por quê” e “para quê”. Reeleita, ela ainda não tem as respostas, e, por isso, depois de abertas as urnas, a presidente parece fechada em um labirinto.

Seu espaço de manobra é restrito. De um lado, a economia colhe resultados ruins que, em grande parte, ela mesma plantou. De outro, os problemas políticos são maiores, com desconfianças insufladas em seu próprio partido, o PT, e ambições magnificadas entre os aliados. Para retomar o comando político, Dilma terá de ceder na economia, liberando as energias do mercado, cortando gastos, aliviando o peso do Estado sobre os ombros dos brasileiros. No fundo, ela tem de esquecer os dogmas de seu partido e suas próprias convicções econômicas e executar o projeto que ela derrotou nas urnas — o do seu adversário Aécio Neves. Na semana passada, a presidente, em entrevista aos principais jornais do país, acenou com a promessa de ajustes: “Vamos fazer o dever de casa. Vamos apertar o controle da inflação.” O Banco Central, logo depois da eleição, elevou a taxa básica de juros, a Selic, para 11,25% ao ano, justificando a decisão com a ameaça de que a alta nos preços superasse os limites da meta oficial. Até outro dia, a então candidata afirmava que eram os tucanos que “plantavam inflação para colher juros”. Na sexta-feira, a Petrobras reajustou o preço da gasolina e do óleo diesel, em outra medida impopular que, apesar de urgente, foi jogada convenientemente para depois das eleições.

Esses ajustes, que poderiam ser classificados de “estelionato eleitoral”, apesar de a presidente rejeitar tal classificação, eventualmente podem sinalizar um mea-culpa, o reconhecimento de que o quadro econômico não é na realidade tão favorável quanto aquele apresentado anteriormente. Dado o volume de desequilíbrios acumulados, entretanto, esses ajustes são ainda tímidos e insignificantes para restabelecer a confiança dos empresários e dos investidores, e sem essa confiança negócios deixam de ser feitos, projetos não saem do papel e a economia não cresce de maneira saudável e sustentável.veja

0 De Olho em 2016: Sebastião defende união das oposições, mas quer participação popular







Fazer tudo diferente do que aconteceu em 2012. Este é o pensamento do deputado Sebastião Oliveira (PR) quando é provocado a debater alianças para as eleições de 2016. O tema cresceu no meio político de Serra Talhada após declarações do ex-prefeito Carlos Evandro, aqui neste FAROL, dando a mão à palmatória admitindo que estava arrependido por ter apoiado o prefeito petista Luciano Duque. Logo em seguida, Waldemar Oliveira, irmão do deputado e pré-candidato a prefeito em 2016; defendeu uma aproximação com Evandro. Porém, ‘Sebá’ fez ponderações.

“Eu continuo oposição porque a população me jogou na oposição. Não mudei de lado. Agora, nesta caminhada para 2016 vamos ter que ouvir a população. As oposições precisam se unir porque iremos enfrentar uma máquina muito forte. Sem participação popular não dá. Quem é oposição tem que buscar o diálogo”, declarou o sucessor do deputado Inocêncio Oliveira.

DE OLHO EM BRASÍLIA

Preocupado em fazer um mandato de qualidade, a partir de fevereiro de 2015, Sebastião Oliveira disse que já está arregaçando as mangas para criar seu espaço em Brasília.

“Ainda este mês vou alugar um apartamento em Brasília para ficar acompanhando, toda semana, como as coisas funcionam. Aliás, já comecei o trabalho. Tenho estudado o regimento da Casa, conversado com parlamentares e pegando as informações necessárias. Vamos trabalhar e muito para garantir o que debatemos em campanha”, reforçou Oliveira.Farol de Noticias

0 Indícios de que Eduardo Campos foi assassinado e avião sabotado











A morte do Governador Eduardo Campos candidato a Presidência repercutiu por todo o mundo.Após as investigações iniciarem, algumas evidências já foram encontradas e estão sendo enviados para uma perícia superior.Quatro agentes da Abin foram presos por suspeita de bisbilhotar a vida do governador, todos estavam disfarçados de portuários.

Nos últimos meses, a presidente Dilma Rousseff reacomodou no ministério partidários que havia demitido após denúncias de corrupção. Forçou governadores do PSB a minar planos do governador Eduardo Campos.Dilma como sucessora do ex-presidente Lula, está tentando montar a maior coligação eleitoral da história, para que os rivais não tenham com quem se aliar futuramente.

Tudo é feito com as caras completamente abertas, assim como a volta dos “faxinados” PR e PDT à Esplanada, não sendo só isso, também há uma face clandestina no superior governista, que tem direito a espionagem por agentes de estado.

Eduardo Campos foi um dos alvos dessa ação, devido ser considerado uma ameaça ao PT e à reeleição de Dilma. O PT temia que os votos da região Nordeste fossem divididos entre Dilma e Campos.

Em 11 de Abril, quatro espiões da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) foram detidos se passando por funcionários que trabalhavam no local, o foco dos Abin’s eram buscar informações para serem usadas contra Eduardo Campos. O que eles menos esperavam é que a Secretaria de Segurança Pública já estavam de olho neles, disfarçados de portuários, eles foram abordados por seguranças e apresentaram documentos falsos alegando serem operários do evento que estava em andamento.

Em seguida, os seguranças acionaram a PM e os agentes acabaram se identificando serem da Abin e estarem em uma missão sigilosa e pediu que não fossem feitos registros oficiais da detenção.

Colnizanoticias/videosviraisdanet.net


terça-feira, 21 de outubro de 2014

0 Dilma 52%; Aécio 48%; cenário de empate técnico permanece



Pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda-feira (20) aponta os seguintes percentuais de votos válidos no segundo turno da corrida para a Presidência da República:
- Dilma Rousseff (PT): 52%
- Aécio Neves (PSDB): 48%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”.

De acordo com o Datafolha, na reta final da eleição, os candidatos continuam empatados, no limite da margem de erro, de dois pontos percentuais para mais ou para menos, mas Dilma aparece pela primeira vez numericamente à frente de Aécio em um levantamento feito após o primeiro turno.

Votos totais
Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

- Aécio Neves (PSDB): 46%
- Dilma Rousseff (PT): 43%
- Em branco/nulo/nenhum: 5%
- Não sabe: 6%

Na margem de erro, os candidatos estão empatados tecnicamente.

No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 15, Aécio tinha 45% e Dilma, 43%.

O Datafolha ouviu 4.389 eleitores no dias 20 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01140/2014.




G1
Notícias relacionadas:

0 Ex-candidato a prefeito pelo PT de ST diz que corrupção o faz votar em Aécio

O médico Fonseca Carvalho, que foi candidato a prefeito de Serra Talhada pelo Partido dos Trabalhadores (PT) em 2008, está fazendo campanha para o tucano Aécio Neves (PSDB) e vem puxando uma espécie do anti-propaganda contra o PT na capital do xaxado. Fonseca está filiado ao PTB de Augusto César e foi o candidato a vice-prefeito na chapa de Sebastião Oliveira (PR) em 2012. Entretanto, o ex-petista não vê nenhuma contradição na sua nova postura e justifica porque ‘tucanou’ nas eleições 2014.

“Eu votei em Aécio desde o primeiro turno e não estou indo contra a orientação do meu partido- o PTB-. Agora, com esta enxurrada de corrupção dentro do PT não tem como votar em Dilma. Estive filiado por dez anos ao PT mas vou votar contra tudo isso”, disse Fonseca Carvalho, durante conversa com o FAROL por telefone.

Segundo o ex-petista, além da onda de corrupção que tomou conta da legenda, os projetos que estão sendo utilizados pelos petistas para conquistar votos no Nordeste fazem parte de um reino de faz de conta.

“A transposição do São Francisco não funciona e a Transnordestina do mesmo jeito. Aí falam nos programas sociais que são herança do PSDB. Então vem a enxurrada de corrupção e não se tem outra opção. Agora é Aécio”, finalizou Fonseca Carvalho.

farol de noticias
MANACIAL. Tecnologia do Blogger.