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quarta-feira, 20 de agosto de 2014

0 Mais de 90% dos brasileiros estão insatisfeitos com saúde pública e privada






Os serviços públicos e privados de saúde no Brasil são considerados regulares, ruins ou péssimos por 93% da população. É o que indica pesquisa do Instituto Datafolha feita a pedido do Conselho Federal de Medicina (CFM) e da Associação Paulista de Medicina (APM). O levantamento mostra que os principais problemas enfrentados pelo setor incluem filas de espera, acesso aos serviços públicos e gestão de recursos. De acordo com o estudo, a saúde é apontada como a área de maior importância para 87% dos brasileiros. Para 57%, o tema que deve ser tratado como prioridade pelo governo federal.A pesquisa foi feita entre os dias 3 e 10 de junho de 2014 e ouviu 2.418 homens e mulheres com idade mínima de 16 anos em todos os estados brasileiros. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

Os dados revelam que, em relação ao Sistema Único de Saúde (SUS), os pontos mais críticos são os relacionados ao acesso e ao tempo de espera. Mais da metade dos entrevistados que buscaram atendimento na rede pública relataram ser difícil ou muito difícil conseguir o serviço pretendido - sobretudo cirurgias, atendimento domiciliar e procedimentos específicos como hemodiálise e quimioterapia.Em relação à qualidade dos serviços, 70% dos que buscaram o SUS disseram estar insatisfeitos e atribuíram avaliações que variam de regular a péssimo. A percepção mais negativa está relacionada ao atendimento nas urgências, emergências e em pronto-socorros.

Entre os entrevistados, pelo menos 30% declararam estar aguardando ou ter alguém na família aguardando a marcação ou a realização de algum procedimento na rede pública. Mesmo entre os que possuem plano de saúde, 22% aguardam algum tipo de atendimento no SUS.Os dados mostram que duas em cada dez pessoas ouvidas conseguiram ser atendidas no prazo de um mês, enquanto 29% aguarda há mais de seis meses para ter a demanda atendida. O grupo que passa mais tempo aguardando atendimento do SUS são as mulheres com idade entre 25 e 55 anos, que concluíram o ensino fundamental e residem na Região Sudeste.

O presidente do CFM, Roberto Luiz d'Avila, avaliou que o resultado apontado pela pesquisa é de insatisfação com a saúde como um todo. "As respostas estão aí para serem analisadas", disse. "Não somos nós, médicos, que continuamos a dizer que a insatisfação é muito grande. No nosso meio, temos certeza absoluta de que esse atendimento é insatisfatório. E eu diria mais: é prejudicial", completou.Já o vice-presidente do conselho, Carlos Vital, classificou as dificuldades enfrentadas pelo setor como crônicos. "Vivemos uma fase de agonização desse problema nos últimos 12 anos", disse. "Orçamento e administração são os principais problemas. Não podemos continuar nessa espera. Vidas humanas se perdem nesse processo", concluiu.

O Ministério da Saúde informou que os recursos destinados à rede pública mais que triplicaram nos últimos 11 anos, passando de R$ 27,2 bilhões em 2003 para R$ 91,6 bilhões em 2014. Esses recursos, segundo a pasta, garantiram resultados como a cobertura de cerca de 60% da população pelas equipes de Saúde da Família, com ampliação do acesso a 50 milhões de brasileiros, atendidos pelos 14,4 mil médicos do Programa Mais Médicos; 75% da população com acesso ao SAMU; mais de 90% da cobertura vacinal, incorporando todas as vacinas preconizadas pela Organização Mundial da Saúde; manutenção do maior sistema de transplante público do mundo, com 95% do total de transplantes realizados no SUS; e ampliação, desde 2011, de mais de 16 mil leitos do SUS em unidades mais próximas da casa do cidadão.“Importante esclarecer que a gestão e o financiamento do SUS são compartilhados entre União, estados e municípios”, finalizou o ministério.Rede TV

0 Profecia fala sobre a eleição de uma mulher “segundo o coração de Deus”



Profecia fala sobre a eleição de uma mulher “segundo o coração de Deus” Profecia fala sobre a eleição de uma mulher cristã A escolha do PSB de colocar Marina Silva no lugar de Eduardo Campos para concorrer ao cargo de Presidente do Brasil fez com evangélicos se lembrassem de uma profecia proferida na Conferência Dunamis de 2011.Durante sua pregação o pastor Bob Hazlett teve uma visão a respeito da política brasileira dizendo que via uma mulher sendo controlada por um homem como se fosse marionete. “Ela era sua marionete, e ele falava ‘ela vai fazer o que eu mandar ela fazer’. Mas eu vi então a palavra do Senhor vir como se fosse uma espada que começou a cortar as cordas dessa marionete”, disse o pastor.

Mas a profecia não parava por ai, Bob Hazlett também viu que Deus mudaria o controle da nação. A visão que ele teve mostrava o Brasil respirando ligado em aparelhos, Deus então desligava as máquinas e dizia que o país voltaria a respirar normalmente.“Eu vou soprar sobre esta nação novamente”, disse me profecia o pastor do Ministério Touch of Fire. “Eu vi Deus levantar homens e mulheres de Deus, cheios do Espírito, cheio do Seu sopro que vão começar a abalar esta nação”.

A visão também falava claramente sobre levantar mulheres na política, falando diretamente para uma que seria “segundo o coração de Deus” que vai se ajoelhar diante de Deus que vai abalar a nação brasileira e levá-la para uma época de prosperidade.

“Ele removerá o espírito de Mordecai, que tem tentado controlar as mulheres desta nação, e Ele levantará uma mulher segundo Seu coração, e Ele abalará a nação, levando-a para uma temporada de prosperidade mesmo enquanto outros países enfrentarem crise”, profetizou o pastor.

Em junho passado a profecia de Bob Hazlett foi lembrada por conta das manifestações populares que exigiam melhora da política nacional, manifestações que começaram com a reivindicação de estudantes contra o aumento da passagem de ônibus em São Paulo e acabou se espalhando por todo o Brasil criticando a corrupção.


noticias gospel

0 Malafaia critica postura de Dilma na entrevista ao Jornal Nacional








Nesta segunda-feira (18) os apresentadores do Jornal Nacional Patrícia Poeta e William Bonner entrevistaram a presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT.A entrevista foi bastante comentada pelas redes sociais, e o pastor Silas Malafaia acompanhou pela TV e emitiu diversos comentários contra o governo do PT em seu Twitter, se mostrando insatisfeito com a atual presidente.William Bonner chegou a citar durante a entrevista sobre a condenação dos principais nomes do Partido dos Trabalhadores que foram condenados no Supremo Tribunal Federal por participarem do maior escândalo de corrupção da história do país.

Dilma preferiu não responder o que achava da condenação dizendo apenas que como presidente tem que respeitar as decisões tomadas pelos chefes dos demais poderes da república (Judiciário ou Legislativo).

Malafaia não gostou da resposta vaga da presidente e reclamou no Twitter. “Como Dilma pode ser reeleita sem condenar os ladrões do PT que participaram da maior roubalheira da história política do Brasil. Nunca!”, escreveu.

Recebendo diversas mensagens de apoio e de críticas, Malafaia voltou a citar sobre as investigações que a Receita Federal fez na Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC) e na Associação Vitória em Cristo (AVEC) que são presididas por ele. O pastor assembleiano garante que as investigações foram realizadas a mando do PT que tem usado órgãos federais para pressionar seus inimigos.

“Não encontraram nada porque não sou ladrão como eles. Os heróis do PT são os maiores corruptos do Brasil. Grande parte da cúpula do PT está na cadeia pela maior roubalheira da história política do Brasil Dilma não condena esses bandidos”.

Essa não é a primeira vez que o pastor Silas Malafaia fala contra o PT e o governo de Dilma Rousseff. No programa Vitória em Cristo que ele exibiu os documentos sobre as investigações da Receita Federal ele fez declarações parecidas e ainda pediu que o órgão investigasse o filho do ex-presidente Lula.

“Eu não tenho ódio do PT, tenho convicção de que não serei enganado nunca mais. Eles são contra meus princípios. É só ver o programa do partido”, disse Malafaia nesta terça-feira (19) também pelo Twitter.Noticias Prime

0 'Não posso ficar preocupada com qualquer pessoa', diz Dilma







Dilma tira foto com operários da Usina Hidrelétrica de Santo Antônio (Foto: Gaia Quiquiô)Líder das pesquisas eleitorais, a presidente Dilma Rousseff afirmou nesta terça-feira (19), ao ser questionada em Rondônia sobre o provável ingresso da ex-senadora Marina Silva na disputa pelo Palácio do Planalto, que não pode ficar "preocupada com qualquer pessoa".

Em entrevista coletiva no canteiro de obras da usina hidrelétrica de Santo Antônio, a petista ressaltou que é direito de qualquer brasileiro disputar um cargo público e que está preocupada apenas em fazer sua campanha.

Na chamada "agenda casada", na qual concilia compromissos oficiais com atos de campanha eleitoral, Dilma vistoriou nesta terça as obras das usinas hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, em Rondônia. Os empreendimentos hidrelétricos integram o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

ELEIÇÕES 2014
Notícias, pesquisas e apuração de votos

"Eu vou fazer a minha campanha. Tenho muito o que mostrar. Eu não posso ficar preocupada com qualquer pessoa ou com o que ela queira fazer. É direito das pessoas concorrerem. E é meu direito, agora, aproveitar esse período que vou ter e apresentar as obras que estamos fazendo", comentou a presidente da República.

Marina Silva foi escolhida para ser a candidata do PSB à Presidência da República no lugar de Eduardo Campos, morto em acidente de avião na última quarta-feira (13). A escolha será anunciada oficialmente na próxima quarta (20).

Em pesquisa feita pelo Instituto Datafolha e divulgada nesta segunda-feira (18), Marina Silva aparece em segundo lugar nas intenções de voto para presidente, com 21%, empatada tecnicamente com o candidato do PSDB, Aécio Neves (20%). No levantamento anterior do Datafolha, o então candidato do PSB, Eduardo Campos, aparecia com 8%, atrás de Aécio, que tinha os mesmos 20%.

Nas duas pesquisas, a presidente Dilma aparece com 36% das intenções de voto. A pesquisa também mostra que em um eventual segundo turno, Marina e Dilma largariam em situação de empate técnico: 47% a 43%, respectivamente.

0 Pastor Everaldo promete privatizar Petrobras se for eleito





O candidato do PSC à Presidência da República, Pastor Everaldo, afirmou nesta terça-feira (19), em entrevista ao vivo ao Jornal Nacional, que, se eleito, vai privatizar a Petrobras."Eu vou privatizar a Petrobras. A Petrobras hoje, uma empresa que foi orgulho nacional, hoje é um foco de corrupção e uma dívida astronômica de mais de R$ 300 bilhões. Então, eu vou privatizar. O petróleo é nosso, mas a Petrobras hoje não é nossa", declarou.

O candidato disse que transferirá à iniciativa privada "tudo o que for possível", em referência às empresas estatais, para alocar os recursos na saúde, educação e segurança pública. "Eu vou fazer corte na carne. Defendo um Estado mínimo. Vou reduzir o número de ministérios de 39 para 20", disse. Ele disse, porém, que não vai privatizar o Banco do Brasil e a Caixa Econômica, que "representam a segurança do sistema financeiro".

Ele também prometeu isentar do pagamento de imposto de renda todos os trabalhadores que ganham até R$ 5 mil por mês. Atualmente, estão isentos do pagamento do IR os que ganham até R$ 2.138 mensais. O dinheiro dos impostos é o que financia as ações do governo.

O presidenciável foi indagado sobre a inexperiência em cargos públicos e se os problemas brasileiros não seriam complexos demais para um principiante.

O candidato respondeu dizendo que aprendeu na vida a trabalhar em equipe. "Fui servente de pedreiro. Se preciso pintar uma parede , chamo um pintor", declarou. Segundo ele, é possível governar com "os melhores quadros", independentemente do partido ao qual pertencem.

Acrescentou que inexperiência não o assusta "nem um pouco" e negou postura voluntarista. "Eu acredito que a diferença do Estado para a iniciativa privada é só que o Estado hoje não trabalha com meritocracia e eu vou empreender isso aí no governo".

Patrícia Poeta perguntou se qualquer pessoa poderia exercer a Presidência da República. "Eu acredito que qualquer pessoa que se diponha a ser presidente da República e acredite, que trabalhe… Ninguém faz nada sozinho, só se trabalha em equipe. Eu acredito desta maneira", afirmou.

Ideologia, toma-lá-dá-cá, propostas
Em outra parte da entrevista, William Bonner lembrou do apoio do candidato ao trabalhismo, que defende uma presença forte do Estado na economia, em oposição ao programa de governo do PSC, que defende o liberalismo clássico, que prega um Estado mínimo, incluindo menos regulamentação e flexibilização das leis trabalhistas.

"Essa sua defesa do liberalismo é uma defesa sincera ou é uma conveniência eleitoral?", questinou Bonner.

O candidato respondeu que o discurso de esquerda sempre o cativou pela origem pobre. "Para mim, essa era uma proposta interessante e acreditei o tempo todo que ela era a melhor. Mas no último governo, da atual presidente, eu vi que foi estabelecido um aparelhamento do Estado. O Estado se agigantou de tal maneira que realmente contrariava os princípios que eu acreditava do empreendedorismo, da iniciativa privada. Então, hoje o governo está sufocando, quer tomar conta de tudo", afirmou.

Patrícia Poeta disse que há registros de que ele reclamou de o PSC não ter sido contemplado com ministérios no governo ao passo que o PCdoB, que elegeu uma bancada menor de deputados, tinha um ministério. A jornalista indagou se não tratava a participação no governo como um "toma-lá-dá-cá".

"Nós elegemos mais que o PCdoB. Nós, é natural que esperávamos um espaço maior no governo. Não é um toma-lá-dá-cá. Ficamos decepcionados pela maneira como foi formado o governo", disse.

Ao final, o candidato do PSC reafirmou ter compromisso "em defesa da vida do ser humano desde a sua concepção", disse que, para ele, casamento "é homem e mulher" e que é contra a legalização das drogas. Prometeu criar o Ministério da Segurança Pública. "Hoje o cidadão de bem está preso dentro de casa e o bandido está solto na rua. Vou inverter essa lógica e botar ordem na casa", afirmou.G 1

0 Líder do PSB na Câmara será vice de Marina Silva







BRASÍLIA - O líder do PSB na Câmara dos Deputados, Beto Albuquerque (RS), será o candidato a vice na chapa encabeçada por Marina Silva. A decisão foi tomada por dirigentes do PSB e da Rede Sustentabilidade com o aval da família do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, morto em acidente aéreo na quarta-feira da semana passada, 13, em Santos, no litoral paulista.

Beto foi um dos vice-líderes do governo Lula na Câmara dos Deputados e era candidato ao Senado pelo Rio Grande do Sul - está em terceiro lugar nas pesquisas de intenção de voto. O nome será anunciado nesta quarta-feira, 20, em reunião da Executiva do PSB em Brasília.

Ao longo do dia, chegou-se a especular a opção pelo secretário de Educação e das Cidades do então governo de Eduardo Campos em Pernambuco, Danilo Cabral. O nome, porém, foi vetado pela família de Campos e por integrantes da Rede Sustentabilidade e do PSB nacional.MSN

0 O sim que Eduardo Campos gostaria de ter ouvido de Lula







No final de 2012, Lula e Eduardo Campos se encontram num evento em São Paulo. Àquela altura, Campos, ainda governador de Pernambuco, balançava entre continuar na base aliada de Dilma Rousseff e lançar-se candidato ao Palácio do Planalto.Antes de decidir, queria ouvir a opinião de Lula, até então, seu fraterno aliado.

Lula trabalhou para manter o pupilo entre os seus. Argumentou que Dilma tinha direito a uma reeleição, como ocorreu com ele próprio e com FHC.

Na cartada final, Lula disse que o candidato mais forte do país era ele e, mesmo assim, não entraria na disputa para dar a chance de Dilma tentar concluir seus oito anos.

Seguiu, afirmando que Campos ainda era jovem, reconhecendo o direito legítimo de querer pensar em Presidência da República, mas pediu que esperasse, acenando com uma promessa:

- No próximo governo, podemos construir para que você assuma uma ministério de destaque, onde possa aparecer e sedimentar seu nome. Em 2018, certamente você será um dos quadros mais fortes do nosso time.

Campos, então, foi mais objetivo:

- Presidente, então o senhor pode me assegurar que serei seu candidato em 2018?
Lula não entregaria os pontos com tanta antecedência:

- Eduardo, você será nosso candidato se, daqui seis anos, for o melhor candidato que tivermos.

Dava-se ali um capítulo determinante do voo solo de Campos, que pouco tempo depois desembarcaria do governo e se lançaria como adversário de Dilma nas eleições deste ano.

Por Lauro Jardim
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